Em grupo scolhemos duas obras que consideramos como interativas para apresentar:
Human Harp: http://thecreatorsproject.vice.com/show/di-mainstones-ihuman-harpi-bridges-as-musical-instruments
Strandbeest: http://www.strandbeest.com/
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
domingo, 25 de agosto de 2013
domingo, 18 de agosto de 2013
(Re)
Depois de um feriado mergulhado no manual "Classroom in a book - Adobe Photoshop CS5" fica aqui a arte do panfleto proposto pelos professores.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
L'art du déplacement.
Com
um certo atraso começo as minhas postagens sobre temas específicos
relacionados à apropriação de espaços. Após pesquisar de um modo
mais superfícial sobre Parkour, Flaneur, Deriva e Flash Mob decidi
que não colocaria todos esses assuntos em um mesmo post, devido ao
fato de que apesar de possuírem motivações semelhantes, são
atividades com produtos bastante distintos.
Para começar, analisarei o Parkour, tipo de apropriação de espaço na qual o seu agente utiliza apenas do seu corpo para interagir com o espaço (urbano ou não).
O Parkour advém do méthode naturelle (Método Natural de Educação Física), desenvolvido pelo educador físico Georges Hébert, que consiste na união des três sensos considerados próprios do Homem: físico, viril e moral, residindo "não só nos músculos e na respiração, mas acima de tudo na "energia" que é usada, na determinação que direciona e no sentimento que guia."
Mais tarde, soldados franceses em serviço no Vietnã criaram, inspirados pelo trabalho de Hébret, o treinamento militar parcours du combattant. David Belle, praticante mais conhecido do Parkour, iniciou a prática desse tipo de treinamento, combinando-o com artes marciais e ginástica.
Além de David, existem outros nomes importantes na cena internacional como o de Sébastien Foucan. As ideias de Foucan em relação ao esporte divergiam das de Belle, pois ele possuía um discurso de que o Parkour era uma atividade mais próxima das práticas orientais, baseados em energias positivas e contextos "mais espirituais".
Uma ideia bastante comum entre os praticantes do Parkour é o de que a atividade vai muito além da parte física, englobando uma relação entre homem e cidade. Essa relação se dá através da releitura das funções básicas dos elementos que o praticante encontra como obstáculos: o que era uma parede que possuía apenas a função de impedir a passagem, se transforma em um elemento fundamental para que o espaço possa ser apropriado e experimentado. É criado, então, um novo ponto de vista, no qual o Homem busca o seu limite e, principalmente, os limites do espaço em que ele está presente.
EXTRA: Durante as pesquisas sobre o assunto, me deparei com uma grande quantidade de canais do YouTube dedicados exclusivamente ao esporte através do Vlog VDKST com K, criado pelo mineiro Bruno Peixoto. Bruno faz um resumo semanal de toda a cena brasileira e mundial do parkour, trazendo à tona discussões que são realizadas através de comentários nos vídeos.
Para começar, analisarei o Parkour, tipo de apropriação de espaço na qual o seu agente utiliza apenas do seu corpo para interagir com o espaço (urbano ou não).
O Parkour advém do méthode naturelle (Método Natural de Educação Física), desenvolvido pelo educador físico Georges Hébert, que consiste na união des três sensos considerados próprios do Homem: físico, viril e moral, residindo "não só nos músculos e na respiração, mas acima de tudo na "energia" que é usada, na determinação que direciona e no sentimento que guia."
Mais tarde, soldados franceses em serviço no Vietnã criaram, inspirados pelo trabalho de Hébret, o treinamento militar parcours du combattant. David Belle, praticante mais conhecido do Parkour, iniciou a prática desse tipo de treinamento, combinando-o com artes marciais e ginástica.
Prática
do Parkour, por David Belle
Além de David, existem outros nomes importantes na cena internacional como o de Sébastien Foucan. As ideias de Foucan em relação ao esporte divergiam das de Belle, pois ele possuía um discurso de que o Parkour era uma atividade mais próxima das práticas orientais, baseados em energias positivas e contextos "mais espirituais".
Uma ideia bastante comum entre os praticantes do Parkour é o de que a atividade vai muito além da parte física, englobando uma relação entre homem e cidade. Essa relação se dá através da releitura das funções básicas dos elementos que o praticante encontra como obstáculos: o que era uma parede que possuía apenas a função de impedir a passagem, se transforma em um elemento fundamental para que o espaço possa ser apropriado e experimentado. É criado, então, um novo ponto de vista, no qual o Homem busca o seu limite e, principalmente, os limites do espaço em que ele está presente.
EXTRA: Durante as pesquisas sobre o assunto, me deparei com uma grande quantidade de canais do YouTube dedicados exclusivamente ao esporte através do Vlog VDKST com K, criado pelo mineiro Bruno Peixoto. Bruno faz um resumo semanal de toda a cena brasileira e mundial do parkour, trazendo à tona discussões que são realizadas através de comentários nos vídeos.
VDKSTcomK,
do mineiro Bruno Peixoto
Está aberto o Ateliê.
Começar um blog como este nunca é tarefa fácil, devido ao fato de que para a sua sobrevivência é necessária alguma assiduidade da qual, confesso, não sou fã. Mas este, mais especificamente, foi proposto por meus professores da Escola de Arquitetura da UFMG durante a apresentação de uma das disciplinas: O Ateliê Integrado de Arquitetura, conhecido nos corredores da EA simplesmente como AIA. No blog serão postados os trabalhos realizados durante o curso, com mais ou menos pontualidade, além dos registros de minhas experiências e impressões sobre os conteúdos propostos no laboratório de informática chamado de Radamés.
Chegam na EA novos aspirantes a arquitetos que ainda não tem certeza sobre qual rumo tomar. Nossos erros e acertos irão nos ajudar a encontrar nossos estilos de trabalho durante a disciplina, sendo esse o momento para a experimentação de um leque de possibilidades que a nós serão apresentadas.
Está aberto o Ateliê.
Chegam na EA novos aspirantes a arquitetos que ainda não tem certeza sobre qual rumo tomar. Nossos erros e acertos irão nos ajudar a encontrar nossos estilos de trabalho durante a disciplina, sendo esse o momento para a experimentação de um leque de possibilidades que a nós serão apresentadas.
Está aberto o Ateliê.
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